Aprenda a meditar, excelente video

MSG

Quem Somos

Somos pessoas que acreditam na liberdade de expressão, pessoas que possuem a mente aberta e que independente da raiz estelar que podemos ter vindo, acreditamos que todos somos 1, Amamos a fonte Criadora, amamos a Natureza e a viva mãe Gaia (Terra), não possuímos qualquer placa religiosa por entender que as pessoas se unem pelo amor e não pela placa, no final das contas somos meros 22 gramas nem mais nem menos, o que importa eh a luz que conseguimos irradiar.
Acreditamos sim ter nossas raízes vinda das Plêiades, mas acima disso, acreditamos no poder do infinito onde entendemos que somos mágicos e que a vida tanto na terceira dimensão como em outras eh sempre uma lição a qual vamos sempre aprender coisas novas e fazer novos amigos/irmãos.
Bem Vindos ao Blog dos Plêidianos com AMOR os Saudamos sintam-se em casa.
Luara, Graciano, Priscila e Raquel
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Dica: Ouçam nossa playlist ;)


Seja Feliz !

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Mensagens




 O que é realidade?


Por que dar bons exemplos as nossas crianças?
   

 Os Quatro Mecanismos Que Te Mantêm Escravo

Meditação Antes E Agora
O cerebro dividido

The Overview effect legendado

Qual a sensação tu teria se pudesse olhar a Terra de dentro de uma nave, o que passaria pela sua cabeça, poder ver seu planeta ali, ja parou pra pensar o que passaria pela sua cabeça? Se não, assista esse documentario e comece a pensar =)
Abçs e Namastê
Pri


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O problema raiz de todos os problemas - Osho

DICA DE MUSICA PARA ACOMPANHAR A LEITURA =)


O problema raiz de todos os problemas é a própria mente. Assim, a primeira coisa a ser compreendida é o que vem a ser a mente, de que matéria é feita, se é uma entidade ou a
penas um processo, se é substancial ou apenas ideal. A não ser que conheças a natureza da mente, não poderás resolver nenhum dos problemas de tua vida.

Podes pensar duramente, mas, se tentares resolver problemas isolados, individuais, estarás voltado ao fracasso - isso é absolutamente certo. Porque, na realidade, não existe problema individual: A mente é o problema. Resolver este ou aquele problema de nada adiantará porque a raiz deles permanece intocada. É tal como cortar os galhos de uma árvore, podando as folhas, sem desenraizá-la. Novas folhas virão, novos galhos brotarão - até mais do que antes. A poda ajuda a árvore a se tornar mais espessa. A menos que saibas como arrancá-la pela raiz, tua luta será injustificada, tola. Destruirás a ti mesmo, não a árvore.

Lutando, desperdiçarás tua energia, teu tempo, tua vida, e a árvore continuará tornando-se cada vez mais forte, mais espessa, mais densa. E ficas surpreendido com o que vai acontecendo. Trabalhas tão duramente, tentando resolver este e aquele problema, e estes continuam crescendo, aumentando. E mesmo quando consegues que um problema seja resolvido, dez outros, subitamente, ocupam seu lugar. Não tentes resolver problemas individuais, isolados - eles não existem: a própria mente é o problema. A mente, porém, está oculta subterraneamente; por isso eu a chamo raiz, ela não é aparente. Em qualquer ocasião em que te deparas com um problema, ele está acima do solo; tu podes vê-lo, por isso és iludido por ele. Lembra-te sempre: O visível jamais é a raiz. A raiz sempre permanece invisível, a raiz está sempre oculta. Nunca lutes contra o visível, pois estarás lutando contra sombras. Será em vão, não poderá haver nenhuma transformação em tua vida. Os mesmos problemas aflorarão novamente, novamente e novamente. Observa tua própria vida e verás o que eu quero dizer. Não estou falando de teoria alguma sobre a mente, mas sobre a "artificialidade" da mente. Este é o fato: É preciso resolver a mente.
Assim, a primeira coisa a compreender é a natureza da mente; e só então, algo poderá ser feito. Se observares, jamais encontrarás uma outra entidade parecida à mente. Ela não é uma coisa, é apenas um processo; não é uma coisa, é apenas um processo; não é uma coisa, é como uma multidão. Pensamentos individuais existem, mas seu movimento é tão rápido que não podes ver as brechas entre eles. Os intervalos não podem ser vistos porque não estás consciente e alerta; precisas de uma visão interior mais profunda. Quando teus olhos puderem ver profundamente, verás, subitamente, um pensamento, outro pensamento e ainda outro pensamento - mas não verás a mente. Pensamentos reunidos, milhões de pensamentos, dão-te a ilusão de que a mente existe: Como uma multidão, milhões de pessoas em pé, em multidão; há tal coisa, multidão? Podes encontrar a multidão separada dos indivíduos que ali estão?
Mas estão reunidos e a reunião faz com que sintas que existe algo que é multidão - mas só indivíduos existem. Este é o primeiro olhar interior para a mente. Observa e encontrarás pensamentos, mas nunca te depararás com a mente. E, se isso se tornar uma experiência tua - não porque eu o digo, não porque Tilopa canta a esse respeito, só isso não ajudaria muito -, se isso se tornar a tua própria experiência, se isso se tornar um fato de teu próprio conhecimento, então, subitamente, muitas coisas começarão a se modificar. Porque terás compreendido algo tão profundo sobre a tua mente, que muitas coisas podem seguir-se a isso. Observa a mente e vê onde ela está, o que é. Sentirás pensamentos flutuando e intervalos. E, se observares por bastante tempo, verás que os intervalos existem em maior número do que os pensamentos, porque cada pensamento precisa estar separado de outro pensamento. de fato, cada palavra precisa estar separada de outra palavra. Quanto mais profundamente fores, mais e maiores brechas encontrarás. Um pensamento flutua e, então, surge uma brecha onde não existe pensamento. Então surge outro pensamento e outra brecha se segue.


Que estás fazendo quando distingues este pensamento como bom e aquele como mau? Estás trazendo o bom pensamento para mais junto de ti, e empurrando para longe o mau pensamento. Mais cedo ou mais tarde, estarás identificado com o bom pensamento, que passará a ser o hospedeiro. E qualquer pensamento, quando se torna o hospedeiro, cria sofrimento - porque não é a verdade. O pensamento é um simulador, e tu te identificas com ele. A identificação é doença.

Gurdjieff costumava dizer que só uma coisa é necessária: Não se identificar com o que vem e vai. A manhã vem, depois dela o meio-dia, vem a tarde, e todos eles se vão. Chega a noite e, novamente, a manhã. Tu permaneces - não como tu, porque isso também é um pensamento, mas como pura percepção. Não o teu nome, porque isso também é um pensamento; não tua forma, porque isso também é um pensamento; não teu corpo, porque um dia compreenderás que também ele é um pensamento. Apenas pura percepção, sem nome, sem forma: Somente a pureza, somente o que não tem forma nem nome, somente o próprio fenômeno de estar consciente - só isso é duradouro.

Se te tornas identificado, tornas-te mente. Se te tornas identificado, tornas-te corpo. Se te tornas identificado, tornas-te um nome e uma forma - o que os hindus chamam nama, rupa, nome e forma - e, então, o hospedeiro está perdido. Esqueces o eterno e o momentâneo torna-se importante. O momentâneo é o mundo, o eterno é o Divino.

Quando digo que um pensamento é uma coisa, o que estou querendo dizer? Quero dizer que podes lançar teu pensamento, tal como lanças um objeto. Podes ferir uma pessoa com um pensamento, tal como o farias com um objeto. Podes matar uma pessoa através do pensamento, tal como se atirasses uma adaga. Podes dar teu pensamento como uma dádiva, ou como uma infecção. Pensamentos são coisas, são forças, mas não te pertencem. Vêm, permanecem durante algum tempo contigo e depois deixam-te. O universo todo está cheio de pensamentos e coisas. As coisas são somente a parte física dos pensamentos, e os pensamentos são a parte mental das coisas.