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Quem Somos

Somos pessoas que acreditam na liberdade de expressão, pessoas que possuem a mente aberta e que independente da raiz estelar que podemos ter vindo, acreditamos que todos somos 1, Amamos a fonte Criadora, amamos a Natureza e a viva mãe Gaia (Terra), não possuímos qualquer placa religiosa por entender que as pessoas se unem pelo amor e não pela placa, no final das contas somos meros 22 gramas nem mais nem menos, o que importa eh a luz que conseguimos irradiar.
Acreditamos sim ter nossas raízes vinda das Plêiades, mas acima disso, acreditamos no poder do infinito onde entendemos que somos mágicos e que a vida tanto na terceira dimensão como em outras eh sempre uma lição a qual vamos sempre aprender coisas novas e fazer novos amigos/irmãos.
Bem Vindos ao Blog dos Plêidianos com AMOR os Saudamos sintam-se em casa.
Luara, Graciano, Priscila e Raquel
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Seja Feliz !

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domingo, 26 de maio de 2013

A cabra que riu e chorou


Um dia, enquanto o Buda estava em Jetavana, alguns "bhikkhus"(monges) perguntaram-lhe se havia algum benefício em sacrificar cabras, carneiros e outros animais como oferendas aos parentes falecidos.

"Não, bhikkhus" - respondeu o Buda "Nenhum benefício virá do tirar-se a vida, nem com o propósito de fazer uma homenagem aos mortos". Então, contou-lhes essa história.

Há muito muito tempo atrás, quando Brahmadatta reinava em Baranasi, um brahman decidiu oferecer uma festa aos mortos e comprou uma cabra para ser sacrificada. "Rapazes",ele disse aos seus discípulos, "Levem esta cabra até o rio para lavá-la, escová-la, pendurar uma guirlanda em seu pescoço, dar-lhe grãos para comer e depois, tragam-na de volta".

"sim, senhor", eles responderam e levaram a cabra até o rio. Enquanto eles estavam enfeitando a cabra, ela começou a rir com um som semelhante ao de um pote se despedaçando. Depois, começou estranhamente a chorar bem alto. O jovens estavam espantados com o comportamento da cabra e perguntaram: "Por que você riu e chorou tão alto repentinamente?".



A cabra respondeu:" Repitam a pergunta quando estivermos com o seu mestre".

Os discípulos levaram a cabra de volta apressadamente e contaram ao mestre o sucedido. Após ouvir a história o próprio mestre perguntou à cabra a razão dela ter rido e chorado.


"Em tempos passados, brahman", a cabra começou, "eu fui um brahman que ensinava os vedas da mesma forma que você. Eu também sacrificava uma cabra na festa dos mortos. Devido eu ter matado aquela única cabra, tive minha cabeça cortada 499 vezes. Ri alto quando compreendi que era meu último renascimento como animal a ser sacrificado. Hoje serei libertada da minha miséria. Por outro lado, chorei quando lembrei que por me matar você também poderá ser condenado a perder sua cabeça 500 vezes. Foi com pena de você que chorei."

"Bem, cabra", disse o brahman, "nesse caso, não vou matá-la. Não se preocupe, eu irei protegê-la".

"Você não compreende que a sua proteção é fraca. A força do meu destino é muito forte", disse a cabra.

O brahman desamarrou a cabra e disse aos seus discípulos que não deixassem ninguém machucá-la. Obedientemente, eles seguiram o animal para protegê-lo.



Livre, a cabra começou a pastar. Esticou o seu pescoço para alcançar as folhas de um arbusto que estava no topo de uma pedra enorme. Naquele exato momento, um raio caiu na pedra quebrando um pedaço pontiagudo que voou para o ar e cortou a cabeça da cabra. Uma multidão aglomerou-se em volta da cabra morta e começou a conversar sobre o espantoso acidente.

Uma árvore deva tinha observado tudo desde a compra da cabra até a sua morte, esboçou uma lição do incidente e disse à multidão "Se as pessoas soubessem que o castigo transformará o renascimento em dor, parariam de tirar a vida. Um destino terrível aguarda aquele que escraviza". Com essa explanação da lei do carma a deva deixou os ouvintes com medo do inferno. Ficaram tão assustados que desistiram de praticar os sacrifícios de animais. A deva, depois, instruiu as pessoas sobre os preceitos e sobre a premência de se fazer o bem. Com o tempo aquela deva morreu. Por muitas gerações as pessoas permaneceram fervorosas nos preceitos, praticavam a caridade e trabalhos beneméritos, para que renascessem no paraíso.

O Buda terminou sua lição e disse: "Naqueles dias, eu fui aquela deva".

Fonte: http://www.maisbelashistoriasbudistas.com/cabraqueriuechorou.htm

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