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Quem Somos

Somos pessoas que acreditam na liberdade de expressão, pessoas que possuem a mente aberta e que independente da raiz estelar que podemos ter vindo, acreditamos que todos somos 1, Amamos a fonte Criadora, amamos a Natureza e a viva mãe Gaia (Terra), não possuímos qualquer placa religiosa por entender que as pessoas se unem pelo amor e não pela placa, no final das contas somos meros 22 gramas nem mais nem menos, o que importa eh a luz que conseguimos irradiar.
Acreditamos sim ter nossas raízes vinda das Plêiades, mas acima disso, acreditamos no poder do infinito onde entendemos que somos mágicos e que a vida tanto na terceira dimensão como em outras eh sempre uma lição a qual vamos sempre aprender coisas novas e fazer novos amigos/irmãos.
Bem Vindos ao Blog dos Plêidianos com AMOR os Saudamos sintam-se em casa.
Luara, Graciano, Priscila e Raquel
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Seja Feliz !

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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Transferência de energia



Sempre que corpos se unem, num beijo, num abraço ou até num simples toque, ocorre uma troca energética. Se a união é sensual, num beijo ou num ato sexual, a liberação energético-informativa hormonal que ocorre estimula todas as células do corpo e torna a transferência energética muito mais intensa. A relação sexual é uma troca íntima de fluidos vitais, hormônios e energia sutil. O clímax, no orgasmo, é o ápice na formação de um vínculo energético. Cria-se uma memória energética celular comum, um evento energético que liga permanentemente os dois parceiros. Desse ponto de vista, não há sexo seguro, pois sempre há troca e vínculo energéticos que fazem com que o parceiro permaneça em nós. E esse vínculo se torna mais profundo ainda quando a relação sexual se faz durante o período menstrual feminino.
Dessa forma, como dentro da experiência sexual há uma troca química, hormonal e energética profunda, se o ato sexual é efetuado com pessoas fora de sintonia com a nossa freqüência pessoal, todo o“lixo” daquela pessoa virá como um “presente de grego”, desarmonizando a nossa vibração. Em vez disso, é preferível explorar a energia sexual através da masturbação ou simplesmente observar quando a excitação sexual surge e decidir não fazer nada com ela, ou incorporá-la através de exercícios de pranayama.


Sem amor, porque querer nos ligar permanentemente a alguém que pouco ou nada conhecemos. O verdadeiro amor não é possessivo e não busca incessantemente o sexo, pois por si só já é desapegado e já é fonte inesgotável de prazer. Falar de amor com o coração não é falar de mim ou do outro, mas falar de nós. O coração une, o cérebro separa. Atualmente, quando se fala de amor, se fala de satisfação de carências do ego. Ama-se com o cérebro e não com o coração.

Não mais se ocupa o ser na busca de soluções existenciais ou em ações criativas ou artísticas. Não se busca mais o novo nem se vive o agora. Estamos mergulhados numa rotina oca e repetimos o que a moda dita. Ser atraente sexualmente e “livre” é a moda atual e vive-se na busca de valores sensoriais. Na falta de uma maneira mais profunda de se viver, se mergulha no prazer dos sentidos como uma fuga, e o sexo é o maior desses prazeres. A sexualidade, que deveria ser uma ponte a níveis mais elevados de consciência, perde-se no instinto e no apego sensorial, e erra o alvo correto que deveria ser a espiritualidade e a ligação espiritual entre dois seres.




E esse apego sensorial ao sexo é tão envolvente e viciante que, se baseando na verdade de que o amor não aprisiona e afirmando que “amo a todos os seres”, muitas pessoas, que se dizem “espiritualizadas” e amorosas, aplacam a sua insaciável sede de prazer sexual e sensual. Grande auto-indulgência. Não são capazes ainda de olhar, verdadeiramente, para si mesmas, e assim justificam a sua promiscuidade e prisão aos sentidos numa aparência de “alta espiritualidade”.

Não se busca a interiorização, o autoconhecimento, mas vive-se aprisionado no mundo exterior, mergulhado num ambiente repleto de agentes estressores causadores de doenças físicas, emocionais e mentais. E são esses fatores que dificultam a troca energética, mesmo na existência de um amor verdadeiro entre um casal.
A nível sexual, a disfunção erétil (impotência), a ejaculação precoce e a frigidez feminina estão cada vez mais freqüentes. A ansiedade, o medo e as culpas são as causas mais comuns desses transtornos, que bloqueiam importante quantidade de energia a nível mental e emocional. Esses sentimentos e emoções desequilibram o SNA, estimulando o simpático e inibindo o parassimpático, causando os sintomas físicos.



Para a grande maioria da humanidade, a energia sexual, descarregada no momento do orgasmo, revitaliza e limpa o organismo, desfazendo bloqueios e tensões. Dessa forma, ela é importante para o bem estar físico. Quando o ato sexual é feito, não como modo de satisfazer a libido, mas como uma comunhão profunda, um dar e receber mútuo, com o tempo se consegue experimentar a unidade. É uma experiência sagrada, onde ocorre o casamento dos aspectos físicos e espirituais do casal. Necessária àqueles que ainda não experimentaram essa unidade com o Universo, essa descarga energética não é mais necessária ao bem-estar pessoal àqueles já em unicidade com o Todo.
“Se você estiver se movendo no Tantra, então nenhum outro amor deve ser permitido, do contrário ele dissipa a energia. Mas sempre que vocês quiserem fazer amor, tenham certeza de que têm tempo suficiente. Não deve ser com pressa. Não deve ser como trabalho. É um jogo, brincadeira, e estas energias são tão sutis que, se vocês estiverem com pressa, nada acontece. O Tantra não é um fragmento. Você não pode praticá-lo a menos que crie a situação. Ele é como uma flor...[deve-se] jogar a semente, cuidar da planta, regá-la e estar continuamente atento a ela, sendo cuidadoso, protetor. Então, um dia, de repente, a flor do Tantra irá acontecer”.


Mohan Chandra Rajneesh – Osho














Com o passar do tempo, não conseguiremos mais nos aproximar de eventuais parceiros que não estejam operando na mesma vibração energética, simplesmente porque não ficará mais confortável: as vibrações não serão harmônicas. Tanto faz se a aproximação seja um simples toque, um abraço, beijo ou uma relação sexual. Com a prática, sempre com o mesmo parceiro evolutivo, os orgasmos vão ficando cada vez mais longos e intensos, porque o corpo físico começará a suportar, cada vez mais, as altas freqüências energéticas geradas, até que, em alguma ocasião, se experimentará um êxtase divino: encontrar-se-á a Deus.

Mais info em:

http://www.viagemastral.com/gva/viewtopic.php?f=9&t=6884

http://pistasdocaminho.blogspot.com.br/2009/12/transmutacao-da-energia-sexual-1-parte.html

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