Aprenda a meditar, excelente video

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Quem Somos

Somos pessoas que acreditam na liberdade de expressão, pessoas que possuem a mente aberta e que independente da raiz estelar que podemos ter vindo, acreditamos que todos somos 1, Amamos a fonte Criadora, amamos a Natureza e a viva mãe Gaia (Terra), não possuímos qualquer placa religiosa por entender que as pessoas se unem pelo amor e não pela placa, no final das contas somos meros 22 gramas nem mais nem menos, o que importa eh a luz que conseguimos irradiar.
Acreditamos sim ter nossas raízes vinda das Plêiades, mas acima disso, acreditamos no poder do infinito onde entendemos que somos mágicos e que a vida tanto na terceira dimensão como em outras eh sempre uma lição a qual vamos sempre aprender coisas novas e fazer novos amigos/irmãos.
Bem Vindos ao Blog dos Plêidianos com AMOR os Saudamos sintam-se em casa.
Luara, Graciano, Priscila e Raquel
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Seja Feliz !

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Os Símbolos de Shiva e seus Significados.




Shiva é representado de várias formas na arte indiana, porém seus símbolos característicos são:


•O touro sagrado.
•A tigela de mendigo.
•Seu assento, que geralmente é uma pele de tigre ou pantera.
•Cabelo longo, amarrado no topo da cabeça na forma de um “coque”.
•O tridente, (trishula) símbolo de seu poder.
•O sagrado rio Ganges caindo em sua cabeça e fluindo ao seu lado
•Uma lua crescente que ostenta no topo da cabeça
•Várias serpentes em volta do seu pescoço e ombros.



Além desses símbolos, outro bastante importante é o seu terceiro olho vertical. No “Sri Shiva Tattva” esse olho é descrito como: “o olho frontal, o olho de fogo, é o olho da percepção superior. Ele olha principalmente para dentro de si, mas quando é direcionado para o mundo externo, queima tudo o que vê. Foi por um olhar do terceiro olho que Kama, a divindade do amor, foi transformado em cinzas e por esse olhar os deuses e todos os seres criados são destruídos em cada destruição periódica do universo”.

Vamos falar sobre cada um desses símbolos:

•A pele de tigre:


O tigre é o veículo de Shakti, a Deusa do poder e força. Shiva está acima e além de qualquer tipo de força. Ele é o seu mestre e carrega a pele do tigre como um símbolo de sua vitória sobre qualquer tipo de força.


•Cobras ao redor do pescoço:


Shiva está além do poder da morte mesmo quando cercado por ela. Esse aspecto é enfatizado também pelo seu nome de Nilakantha, o único Deus capaz de tomar o veneno mortal para livrar o universo de seus efeitos. Agora, essas cobras ao redor do pescoço representam a energia básica adormecida que todos possuímos, a Kundalini.

•Lua Crescente no cabelo:


Ele usa na sua cabeça um diadema do quinto dia de lua crescente. Situada próximo ao seu feroz terceiro olho, ela demonstra o poder de Soma, a oferenda sacrifical, que é representativo da lua. Isso significa que Shiva possui o poder da pro-criação coexistindo com o da destruição.

Cabelo amarrado:


O coque enrolado em espiral de Shiva, chamado de “Jata” na Índia, representa Shiva como o Senhor do Vento, Vayu, que é a forma sutil de respiração no planeta.

O Sagrado Rio Ganges:


O mais sagrado dos rios sagrados, chamado Ganga, fluindo do topo da cabeça de Shiva, representa as águas causais, das quais o mundo surgiu. Ele também representa o instrumento fundamental de purificação ritual. Suportando o Ganges em sua cabeça, Shiva permite que o Rio desça do paraíso e venha em direção à Terra, purificando o planeta e os seres vivos.

O Tridente


O Trishula de Shiva é o símbolo das três funções de Criador, Preservador e Destruidor. Ele também representa o instrumento de punição aos seres maléficos em todos os três planos (espiritual, sutil, e físico).

Nas representações populares, Shiva é majestosamente colocado no centro do Universo, adornado com todos esses símbolos. Frequentemente a figura de uma face feminina adorna o topo da sua cabeça, ela é Gangadevi, a divindade do Rio Ganges. Esse rio foi trazido dos céus pelo sábio Bhagiratha, e como a Terra não podia suportar a força da torrente do Rio, Shiva se ofereceu para recebê-lo no topo de sua cabeça, amortecendo a sua queda e permitindo que o Rio abençoasse o planeta. Algumas vezes Shiva é representado montado em seu touro Nandi, coberto de cinzas pelo corpo, e seus olhos inflamados de intoxicação divina, segurando um tambor e um chifre em ambas as mãos. As cinzas pelo corpo representam a característica de Yogi de Shiva, que queimou todos os seus desejos mundanos e esfregou em seu corpo as cinzas do fogo sacrifical.

Shiva representa o ciclo completo de geração, destruição e regeneração. A múltipla natureza desse Deus está refletida em seus 1008 nomes dados pelas escrituras.

Om Namah Shivaya!



Pesquisa feita por Ceu Azul Xamanismo

Mantras:





terça-feira, 28 de agosto de 2012

Mantras II







Os mantras, ou canto simples, são frases curtas repletas de energia e sentido especialmente destinadas a gerar ondas poderosas de som que promovem a cura, a visão intuitiva, a criatividade e o crescimento espiritual (Ashley-Farrand, 1999).


Etimologicamente, a palavra mantra deriva da raiz MAN e do sufixo TRA.
MAN por sua vez deriva da palavra MANAS (mente) e significa pensar: TRA indica instrumentalidade e deriva da palavra TRANA, que significa controle. Podemos dizer que mantra é uma combinação de sons que nos auxilia a controlar a própria mente. Num sentido mais amplo, pode ser definido como uma combinação de sons, feita dentro de uma certa disposição rítmica, com o fim de emitir vibrações sonoras que produzam efeitos determinados sobre a mente humana e sobre o ambiente.





Um mantra pode ser emitido de diversas formas, tais como:

1. Através de KIRTANS – vocalizações devocionais de forma extrovertida. É uma maneira celebrativa de entoação que envolve a dança.

2. Através de JAPA – repetições contínua e ininterrupta de um mantra. Neste caso sem melodia. Sua finalidade é induzir a parada do pensamento, sendo assim de efeito introspectivo. Essa prática é feita com uma espécie de rosário de 108 contas, conhecido como JAPA MALA.

3. Através de MANAS – a mentalização de um mantra. Este meio é mais eficiente que a vocalização, por não ser audível.












OM OM OM

YOGENA CHITTASYA PADENA VACHAM

MALAN SHARIRASYA

CHA VAIDYAKENA

YOPAKAROTTAM PRAVARAM MUNINAM

PATANJALIM PRANJALIRANATO’SMI

ABAHU PURUSAKARAM

SHANKHA CHAKRASI DHARINAM

SAHASRA SHIRASAM SVETAM

PRANAMAMI PATANJALIM

HARI OM
Agradecemos e demonstramos nosso respeito a Patanjali que nos legou o Yoga para a evolução da consciência a serenidade da mente o medicamento do corpo a perfeição da saúde a pureza da palavra e o autoconhecimento.

Clique aqui para ouvir este mantra








OM BHÚR BHUVA SVÁHÁ

TAT SAVITUR VARENYAM

BHARGO DEVASYA DHIMAHI

DHIYO YO NAH PRACHODAYAT



Om comtemplemos o esplendor do Sol vivificante, presente na terra, na atmosfera e no céu. Que ele inspire nossa visão (nosso pensamento) e o brilho da iluminação.

Clique aqui e leia o significado de cada palavra deste mantra.

sábado, 25 de agosto de 2012

O QUE É BUDISMO ?

 



O buddhismo (ou simplemente budismo) é o conjunto de tradições religiosas que surgiram a partir dos ensinamentos de Buddha. Ele não inventou estes ensinamentos — o Dharma —, mas sim re-descobriu verdades atemporais que já tinham sido ensinadas pelos seres iluminados das eras passadas. Atualmente, o buddhismo é a religião mais difundida na Ásia, onde conta com aproximadamente 300 milhões de seguidores. Os primeiros contatos do buddhismo com o Ocidente aconteceram há muito tempo, mas somente a partir do século XIX é que houve um interesse maior por parte dos ocidentais.

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O buddhismo é religião, uma filosofia, um sistema de psicologia?


A tradição buddhista abrange e transcende todos estes aspectos. Como religião, o buddhismo procura nos "religar" (re-ligare) à nossa verdadeira natureza. Como filosofia, o buddhismo enfatiza o "amor à sabedoria" (philo-sophia) no sentido mais elevado. E como psicologia, o buddhismo oferece um vasto "conhecimento da mente" (psykhe-logos). Acima de tudo, o buddhismo oferece um caminho que conduz ao fim do sofrimento.

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O buddhismo é uma ciência?


Às vezes o buddhismo é descrito como uma "ciência da mente", no sentido de oferecer um sistema de conhecimento profundo do funcionamento da mente. Os métodos usados pelo Buddha para analisar a natureza das coisas são praticamente científicos. Seus ensinamentos surgiram a partir da profunda contemplação das leis naturais de causa e efeito e podem ser atestados por qualquer pessoa, independente de suas crenças. O próprio Buddha recomendou que seus discípulos devem analisar os ensinamentos e não simplesmente aceitá-los por mero respeito.

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Quem é o chefe do buddhismo?


O buddhismo não possui uma hierarquia centralizada; cada tradição possui a sua própria estrutura organizacional. Muitos pensam que Sua Santidade o Dalai Lama, Tenzin Gyatso, é o "chefe" do buddhismo. Na verdade, Sua Santidade é o líder espiritual do povo do Tibet, ocupando uma importante posição dentro tradição tibetana Gelug. Entretanto, o Dalai Lama não é "chefe" do buddhismo, pois este posto sequer existe. Muitos praticantes buddhistas de outras tradições buddhistas e não-buddhistas têm grande respeito por ele.

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Como são os ensinamentos buddhistas?


Há algumas características que permeiam os ensinamentos de Buddha. Qualquer ensinamento que esteja de acordo com estas características pode ser considerado buddhista: todas as coisas

Índia e seus Simbolos



Uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, a Índia é um país de contrastes. A diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país. Ao mesmo tempo que cada estado tem seu próprio modo de expressão, como na arte, música, linguagem ou culinária, o indiano é profundamente arraigado ao sentimento de amor à sua nação e tem orgulho de sua civilização ancestral, o que mantém vivas até hoje muitas tradições.


Talvez pela profusão de deuses adorados por diferentes segmentos da sociedade, a tolerância religiosa é algo inerente aos indianos acostumados a conviver com a diversidade, como as línguas diferentes faladas muitas vezes por vizinhos. Nos dias de hoje ocorrem conflitos religiosos, mas isso não pode ser considerado característico.

São muitos símbolos, muitas deidades, muitos rituais. A maioria é relativo ao Hinduísmo, que ainda é a religião com mais seguidores na Índia, seguido pelo Islamismo e o Budismo. O Hinduísmo é tão antigo quanto a civilização da Índia, tanto que a palavra "hindu" é erroneamente usada para dizer " indiano", e toda a simbologia é vista pelos outros países como se representasse a própria Índia.


"Por quê Ganesha tem cabeça de elefante? Porque algumas pinturas mostram os deuses e deusas com tantos braços? "Não podemos entender a Índia sem entender o significado de símbolos como o Om e o lótus, que revelam fatos sobre a cultura do país, desenvolvidos por centenas de milhares de anos. Apenas aqueles que estudaram a cultura intensamente podem entender o significado intrínseco desses símbolos, mas é uma obrigação moral de todo indiano se dedicar ao conhecimento da simbologia cultural da Índia.

Símbolos

A principal mensagem dessa cultura é a aquisição de conhecimento e a remoção da ignorância. Enquanto a ignorância é como a escuridão, o conhecimento é como a luz.


A lamparina tem muita importância como símbolo pois, tradicionalmente feita de cerâmica, representa o corpo humano porque assim como o barro, também viemos da terra. O óleo é queimado nela como um símbolo do poder da vida. Uma simples lamparina quando imbuída desta simbologia chama-se deepak e nos dá a mensagem de que toda e qualquer pessoa no mundo deve remover a escuridão da ignorância fazendo o seu próprio trabalho. Nos templos, sempre se oferece uma chama, significando que tudo que fizermos é para agradar a Deus.







O Om representa o poder de Deus, é o som da criação, o princípio universal, entoado começando todos os mantras. Diz-se que os primeiros yoguis o ouviram em meditação, e esse som permeia o cosmos. É o número um do alfabeto, é o zero que dá valor aos números, é o som da meditação.


A flor de lótus, presente em muitas imagens, devido ao fato de crescer na água pantanosa e não ser afetada por ela representa que devemos ficar acima do mundo material apesar de viver nele. As centenas de pétalas do lótus representam a cultura da "unidade na diversidade".

As divindades, com seus muitos braços, cada um deles carregando objetos ou armas, símbolos em si, como o lótus, livro, indicam as direções, a maioria representa os quatro pontos cardeais: norte, sul, leste e oeste.

Religião
Outra coisa que é absolutamente importante para entendermos a cultura indiana é a crença na reencarnação, que para os hinduístas, assim como para muitas outras religiões, é um preceito básico e incontestável. Somente considerando isso é que um ocidental pode entender o sistema de castas.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Tao Te King




O Tao Te Ching (道德經), ou Dao de Jing, comumente traduzido pelo nome de “O Livro do Caminho e da sua Virtude” , é um dos antigos escritos chineses mais conhecidos e importantes. A tradição diz que o livro foi escrito em cerca de 600 a.C. por um sábio que viveu na Dinastia Zhou chamado Lao Tzi (“Velho Mestre”), como um livro de provérbios relacionados com o Tao , e que acabou servindo como obra inspiradora para diversas religiões e filosofias, em especial o Taoísmo e o Budismo Chan (e sua versão japonesa o Zen).
Como a maior parte das figuras mitológicas dos fundadores de religiões , a vida do escritor do Tao Te Ching , Lao Tzu é envolto em lendas. Segundo a tradição Lao Tzi nasceu no sul da China cerca de 604 a.C sendo superintendente judicial dos arquivos imperiais em Loyang, capital do estado de Ch’u. Desgostoso pelas intrigas da vida na corte, Lao Tzi decidiu afastar-se da sociedade seguindo para as Terras do Oeste. Montado em uma carroça guiada por um boi , seguiu viagem, mas ao atravessar a fronteira, um dos seus amigos, o policial Yin-hsi, o reconheceu e lhe pediu que escrevesse seus ensinamentos antes de partir. Lao Tzi então escreveu o pequeno livro conhecido posteriormente como o Tao Te Ching , e partiu em seguida. Segundo a história, morreu em 517 a.C. Lao Tzi foi canonizado pelo imperador Han entre os anos 650 a.C. e 684 a.C

Os mais recentes estudos apontam para que o Tao Te Ching tenha sido escrito por Lao Tzi entre 460 a.C. e 380 a.C. Algumas lendas dizem que o Tao Te Ching estava gravado numa série de réguas de bambu. O texto ia passando de uma régua para outra e, como entretanto elas foram baralhadas, ninguém sabe hoje a sua ordem exata.

Este livro não originou o Taoísmo nem o conceito de Tao: tais já eram de uso corrente antes da escrita do livro. Mas ele serviu como obra de apoio para as religiões que aderiam à idéia do Tao (Caminho) como a base da existência de todas as coisas.

As diversas correntes do pensamento religioso e filosófico através dos tempos atribuiram milhares de interpretações diferentes ao sentido do Tao Te Ching. Porém , o tema principal do livro é localizado em seu primeiro provérbio: “O Tao que pode ser dito não é o Tao Verdadeiro”. O Tao Te Ching situa a origem de todas as coisas no Tao (Caminho, Senda), que longe do conceito de Deus nas religiões deístas, é um príncipio inimaginável, ininarrável, eterno e absoluto, que não pode ser compreendido, já que qualquer tentativa de classificá-lo, cria uma dicotomia que não pode existir em algo Eterno e Absoluto. Já que o Tao não pode ser compreendido, o Tao Te Ching enfatiza que não existem meios de manipulá-lo. Logo os seres devem viver uma vida simples, sem grandes questionamentos morais ou filosóficos, onde se enfatize o “não-agir” (a “não-acção”,wu wei, 無為 ), isto é, deixar-se guiar pelo curso natural e lógico dos eventos do universo. O homem que seguir este príncipio acaba liberto das vicissitudes da vida, e se torna o “Homem Santo” celebrado no Taoísmo.

Uma filosofia deste tipo, logicamente quebra todos os conceitos e tentativas do homem controlar seu destino e demonstra que toda tentativa de se criar uma religião, uma sociedade política ou moral acaba sempre sendo infrutífera.

[editar] Cosmogonia no Tao Te Ching

As ideias cosmogónicas e metafísicas do Tao Te Ching de acordo com algumas ramificações do taoísmo podem ser definidas da seguinte forma:

Tudo nasce do vazio indiferenciado, imensurável, insondável, que nunca pode ser exausto: «o Tao sem nome», que se move em torno de si mesmo sem parar. Deste «Tao sem nome» (que não existe) nasce o que existe (e tem nome): O Caminho (Tao). Não vemos o Tao como Um por causa dos nomes com que designamos o que vemos com os nossos sentidos – as «dez mil coisas» (O caracter chinês que significa «dez mil» Ficheiro:Tenthousandchinese.jpgé usado, como aliás também no grego, para significar uma míriade, ou seja, um número grande e indefinido.) É com o aparecimento dos nomes que aparecem todas as coisas e o Um se transforma em muitos.

A Virtude (Te) é a manifestação do Tao através da sua misteriosa operação: o chamado «agir não agindo» – a acção involuntária que caracteriza a natureza das coisas – «O modo de Caminhar».
Lao Zi

A partir destas ideias cosmogónicas e metafísicas, Lao Tzi deduz um sistema de moral e regras de conduta que tem por objectivo conformar as acções humanas com a ordem natural do Universo. O Homem nasceu do Tao mas depois começou a desviar-se dos seus atributos, ou seja, perdeu a Virtude – o saber como Caminhar. É uma queda que lembra a queda que se seguiu à expulsão de Adão e Eva do Paraíso, segundo a Bíblia. O Caminho do Tao é o caminho de volta ao estado de graça em harmonia com o Tao (o chamado «regresso precoce»).

Tao é normalmente traduzido como Caminho ou Via. Mas apenas por parecer ser «o melhor que se pôde arranjar». De facto, o caminho não se distingue do caminhante ou do caminhar. Não há criador. O universo (o Céu e a Terra) apareceu (e aparece continuamente) a partir do Tao primordial. O que existe aparece do que não existia antes e é eterno. O universo é como um organismo vivo resultante da expansão vitalizada do Tao (a ordem natural, a providência). O Tao manifesta-se continuamente no fluxo e refluxo constante de todas coisas que existem e que foram criadas pela sua actividade.

O Tao não tem personalidade. O que vitaliza o universo são dois princípios ou substâncias que combinados são o Tao: o yang (luz, calor, criativo, masculino) – que existe especialmente concentrado no Céu – e o yin (sombra, frio, receptivo, feminino) – que existe especialmente concentrado na Terra.

Vários filósofos taoístas chineses entendem os versículos que expõem as ideias cosmogónicas sobre o início do universo como sendo, de facto ou também, a descrição do modo como a consciência da realidade externa emerge na nossa mente.

Quando vemos uma cor ou ouvimos um som, há um momento breve inicial em que o nosso cérebro ainda não fez um julgamento sobre a nossa percepção; não sabemos ainda que som ou cor é, nem sequer temos ainda uma consciência clara que estamos a ouvir ou ver alguma coisa. Estamos no domínio «do sem nome», do vazio indiferenciado que nunca pode ser exausto ou descrito. Depois, quando emerge a consciência e o pensamento, que tem por base a linguagem, passamos ao domínio «do que tem nome» e vemos então todas coisas diferenciadas, cada uma com o seu nome. É com o aparecimento dos nomes que aparecem todas as coisas e o Um se transforma em muitos.

Em termos mentais, o Caminho do Tao é o caminho de volta a esse breve «estado de graça» inicial. Um estado em que qualquer trabalho mental interior é eliminado e em que regressamos à nossa espontaneidade natural. As práticas dos Budismos Chan e Zen, que tiveram a sua origem nas ideias taoistas, têm como objectivo exactamente atingir esse estado mental primordial de fusão paradoxal com o Um.

http://tilesexperts.com/wordpress/tao-te-king/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

MEDITAÇÃO, APRENDA

M A R A V I L H O S O eh a minha opinião sobre esse vídeo, sem mais, assistam e coloquem em pratica eh uma das melhores coisas que você pode fazer por você mesmo. =)


♥  ॐ नमस्ते ॐ ♥ Namaste ॐ ♥


sábado, 11 de agosto de 2012

Meditação muda estrutura do cérebro





Estudo de Harvard mostra, pela primeira vez, que a prática pode aumentar a concentração de massa cinzenta

Ressonância magnética exibiu variações em áreas ligadas a estresse, aprendizagem e à regulação de emoções

De olhos fechados, em silêncio e, de preferência, sentados, os praticantes da meditação de atenção plena devem se concentrar em apenas uma coisa: a respiração.

A técnica é antiga, da tradição budista, mas começou a ser mais difundida depois de ter sido usada em um curso não religioso de redução de estresse, criado em 1979 por Jon Kabat-Zinn, professor da Escola Médica da Universidade de Massachussets.

Os benefícios da técnica, conhecida também como "mindfulness", já foram relatados em vários estudos.
A lista vai da melhora de sintomas de esclerose múltipla (como diz estudo publicado na "Neurology") à prevenção de novos episódios de depressão (demonstrada em artigo na "Archives of General Psychiatry").

Mas, agora, um estudo mostra, pela primeira vez, os efeitos provocados por essa meditação no cérebro.
A pesquisa, publicada hoje na "Psychiatry Research: Neuroimaging", foi feita pela Harvard Medical School, nos EUA, em conjunto com um instituto de neuroimagem da Alemanha e a Universidade de Massachussets.