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Quem Somos

Somos pessoas que acreditam na liberdade de expressão, pessoas que possuem a mente aberta e que independente da raiz estelar que podemos ter vindo, acreditamos que todos somos 1, Amamos a fonte Criadora, amamos a Natureza e a viva mãe Gaia (Terra), não possuímos qualquer placa religiosa por entender que as pessoas se unem pelo amor e não pela placa, no final das contas somos meros 22 gramas nem mais nem menos, o que importa eh a luz que conseguimos irradiar.
Acreditamos sim ter nossas raízes vinda das Plêiades, mas acima disso, acreditamos no poder do infinito onde entendemos que somos mágicos e que a vida tanto na terceira dimensão como em outras eh sempre uma lição a qual vamos sempre aprender coisas novas e fazer novos amigos/irmãos.
Bem Vindos ao Blog dos Plêidianos com AMOR os Saudamos sintam-se em casa.
Luara, Graciano, Priscila e Raquel
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Seja Feliz !

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

O medo de perder


O medo que nutrimos em nossas mentes cria ou reforça os obstáculos que experienciamos em nossas vidas. O medo é a raiz de toda emoção negativa, uma vez que ele nos rouba a realidade e não nos permite conhecer realmente o nosso verdadeiro caminho nessa existência. Digamos assim, o medo é um véu que encobre as coisas e as experiências como elas são.

O medo é a porta de entrada para a ignorância e, consequentemente, para o sofrimento.

Há dois tipos básicos de medos que podemos sentir, e eu costumo dar um exemplo muito simples sobre eles. O primeiro tipo é o chamado medo real de preservação, geralmente associado a alguma situação que coloca em risco as nossas vidas. Por exemplo, se você se debruçar do último andar de um edifício alto, você pode sentir medo da altura. Isso significa: cuidado, não se arrisque. Outras pessoas têm medo de altas velocidades, ou ainda de bichos selvagens. Bom, todos esses exemplos ilustram bem esse tipo de medo ancestral ligado ao instinto de autopreservação. Talvez a palavra “medo” usada nestes casos não seja apropriada, talvez esse medo pudesse ser renomeado como prudência, proteção, ou prevenção, ou ainda simplesmente cuidado próprio. Mas, sem entrar nesse mérito, apenas reconheçamos que esse primeiro tipo de “medo”, quando equilibrado no bom senso da realidade, é importante porque tem a função de nos manter vivos nas situações de risco ou na iminência de nossa morte física. Ou seja, é um “medo” ancestral do homem que tem o papel de garantir a sua sobrevivência física.

O segundo tipo de medo é bem mais irreal do que o primeiro, uma vez que quase sempre está associado a uma ilusão mental, ou seja, a uma criação da nossa subjetividade. Por exemplo, o medo de perder alguém ou alguma outra coisa. Essa é uma questão importante, pois geralmente não investigamos profundamente as raízes deste tipo de medo. Ocorre que essa emoção não diz respeito diretamente à nossa autopreservação, uma vez que a situação em questão não nos expõe diretamente ao risco de morte física. Sendo assim, qual a sua origem? Sua origem está na ilusão, no caso em questão na ilusão de que podemos perder algo ou alguém, pois há uma crença anterior de que as possuímos. Partimos do pressuposto de que somos donos, proprietários do objeto em questão, e esse pressuposto de propriedade cria automaticamente a ilusão da possibilidade de sua perda. É justamente essa possibilidade, essa angústia permanente que assombra ao redor do objeto do apego, que cria a falsa sensação de perda e, consequentemente, a sensação de medo. Resumindo, é uma forma de apego, ou identificação, que gera o medo de perder.


Se uma situação de risco real, como um bicho selvagem, cria um sentimento de preservação que procura evitar a morte física do corpo ou seu dano, podemos inferir que uma situação subjetiva como a descrita acima provoca um sentimento que busca a preservação daquela contraparte psicológica associada ao dano potencial em questão, no caso algum aspecto do “eu”, ou ego, ligado ao objeto do apego. Assim, o medo de perder alguma coisa busca a manutenção de alguma parte do ego que se encontra identificada com essa coisa.

Entretanto, a sensação de medo em questão seria facilmente dissolvida se reconhecêssemos que, para começo de conversa, não somos donos de nada nessa existência, que nada pode ser possuído ou tido como propriedade permanente. Se entendemos que nada pode ser possuído neste sentido permanente, uma vez que tudo está em constante transformação, então também aceitamos que nada pode ser perdido. Ainda, basta vislumbrar que, ao reter o velho, deixamos de conhecer tudo o que ainda está por vir, e isso revela ainda mais a natureza ilusória de todo medo que existe por trás de uma “perda”.



Nesta perspectiva mais ampla, a propriedade é uma ficção temporária. E assim sendo, não pode haver nenhuma perda.

Desta forma, o sofrimento e a ignorância que poderiam nascer e crescer a partir desse sentimento são cortados fora quando examinados à luz de sua natureza ilusória. Se você pratica a meditação ou qualquer outro exercício de contemplação mental, você pode incluir essa visualização em sua rotina, a visualização da natureza vazia do medo e do sentimento de perda, libertando-se assim de suas influências delusivas.

Votos de Luz




http://mokusen.wordpress.com/2012/06/11/o-medo-de-perder/

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