Aprenda a meditar, excelente video

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Quem Somos

Somos pessoas que acreditam na liberdade de expressão, pessoas que possuem a mente aberta e que independente da raiz estelar que podemos ter vindo, acreditamos que todos somos 1, Amamos a fonte Criadora, amamos a Natureza e a viva mãe Gaia (Terra), não possuímos qualquer placa religiosa por entender que as pessoas se unem pelo amor e não pela placa, no final das contas somos meros 22 gramas nem mais nem menos, o que importa eh a luz que conseguimos irradiar.
Acreditamos sim ter nossas raízes vinda das Plêiades, mas acima disso, acreditamos no poder do infinito onde entendemos que somos mágicos e que a vida tanto na terceira dimensão como em outras eh sempre uma lição a qual vamos sempre aprender coisas novas e fazer novos amigos/irmãos.
Bem Vindos ao Blog dos Plêidianos com AMOR os Saudamos sintam-se em casa.
Luara, Graciano, Priscila e Raquel
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Seja Feliz !

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terça-feira, 22 de maio de 2012

Quem foi Krishna

Deixo uma ótima opção de mantra para ouvir enquanto leem o texto ;)




Krishna


É o mais popular e amado avatar da Índia, com maior número de templos e devotos. Possuía um apelo físico irresistível.

Nos Puranas é descrito como um pastor tocador de flauta.

No Mahabharata é o sábio que dá o ensinamento a Arjuna no campo de batalha.

Krishna é o maior Deus não ariano no panteão Hindu. Ele foi a oitava encarnação de Vishnu, o Preservador do Universo. Ele incorporou a forma humana para redimir as ações das forças do mal.

O príncipe KRISHNA, que nasceu em MATHURA, e mais tarde tornou-se rei na cidade de DWARAKA, foi uma personalidade de muito influência no MAHABHARATA (o mais antigo texto sagrado da Índia), onde teve importância vital nos acontecimentos épicos que modificaram toda a história do Oriente.

Ele sempre é visto tocando uma flauta, com a qual encanta todas as criaturas vivas. Alguns de seus nomes são GOVINDA, SYAMASUNDAR ou GOPALA - o protetor das vacas.


De acordo com as lendas, a beleza de KRISHNA é insuperável, encantando até mesmo inúmeros cupidos. Ele ficou conhecido por sua força invencível, sua enorme riqueza e por suas dezesseis mil cento e oito rainhas . Os ensinamentos de KRISHNA foram perpetuados no livro "BHAGAVAD GITA", que é considerado por todos os mestres como a essência do conhecimento Védico. Este livro retrata uma conversação entre KRISHNA e seu mais poderoso discípulo, o herói ARJUNA, o arqueiro supremo, na famosa batalha de KURUKSHETRA.

Há três principais estágios na vida de Krishna:

No primeiro, Krishna nasceu em uma prisão em Mathura, onde seus parentes foram capturados por um demônio que tomou o lugar de um rei chamado Ugrasena. Sobre essa captura: Um dia, Ugrasena e sua esposa estavam caminhando nos jardins, onde um demônio viu a rainha e sentiu amor por ela. Em sua luta por ela, ele distraiu a atenção de Ugrasena, e assumiu sua forma e concretizou seu desejo. A criança nascida desta união foi Kamsa. Kamsa cresceu para destronar seu pai e prender sua irmã Devaki (filha de Ugrasena) e seu marido Vasudeva. Devaki mais tarde se tornou a mãe de Krishna.

Então um dia Kamsa estava levando sua irmã recém casada e seu marido Vasudeva para sua nova casa, quando uma voz vinda dos céus os interceptou. A voz disse para Kamsa que a oitava criança de Devaki iria matá-lo. Conseqüentemente, ele aprisionou o casal e começou a matar suas crianças, ano após ano. Sete crianças foram perdidas mas a oitava - o Deus - escapou das mãos do carniceiro e viveu para cumprir sua missão contra Kamsa mais tarde. Krishna nasceu à meia-noite do oitavo dia do equinócio do Bhadrapada (Agosto/Setembro) e foi trazido para Vrindavan por Vasudeva (pai de Krishna) na mesma noite, para salvá-lo de Kamsa.

Seu pai trabalhou para possibilitar ao bebê Krishna escapar para uma vila próxima e trocá-lo com outra criança. Ele foi criado pela família de pastores de vacas de Yashoda e Nanda Raja. Krishna cresceu como um garoto pastor de vacas.

No segundo, já como jovem, Krishna conquistou todas as garotas da vila com sua boa aparência, charme e atenção. Apesar de Radha ser sua favorita, ele flertou com as outras gopis também. Ocasionalmente ele se divide em vários, assim ele pode dar atenção a várias garotas de uma só vez. Estas estórias, que são boas lendas no nível superficial, também são interpretadas no nível de espírito.

Brajbhoomi, onde Krishna nasceu, compreende as cidades gêmeas de Mathura e Vrindavan. Esta não é apenas uma terra sagrada onde Krishna nasceu, mas um lugar cheio de reminiscências divinas. Foi aqui que ele encontrou pela última vez Radha, sua companheira inseparável. Vrindavan, há 15km de Mathura, foi o local favorito do casal divino.

No terceiro, como adulto, Krishna passou seu reinado no nordeste da Índia pela morte do rei Kamsa, evento este que é visto como a restauração do dharma. Na história do Mahabharata, ele então ajuda Arjuna, servindo como seu condutor de carroça e seus irmãos (os irmãos Pandava) em uma guerra para restaurar seu direito de reinar.

Em uma noite antes da batalha maior, Krishna e Arjuna tiveram uma longa discussão a respeito da natureza do dharma e do cosmos, que é preservado no Mahabharata como o Bhagavad Gita. No final da discussão, Krishna se revelou para Arjuna como Vishnu. As explicações de Krishna são
contadas nos templos Vishnu e no festival anual de Ras Lila.

http://www.minuto.poetico.nom.br/hinduismo07.php


O que significa Hare Krishna?


O canto da vibração transcendental Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare é o método sublime para revivermos nossa consciência de Krishna.

Como almas espirituais vivas, somos todos originalmente entidades conscientes de Krishna, porém, devido a nossa associação com a matéria desde tempos imemoriais, nossa consciência está agora poluída pela atmosfera material. A atmosfera material, na qual estamos vivendo agora, é chamada de maya, ou ilusão. Maya significa “aquilo que não é”. E que é essa ilusão? A ilusão é que todos nós estamos tentando ser os senhores da natureza material, enquanto, na verdade, estamos sob as garras de suas estritas leis. Quando o servo artificialmente tenta imitar o amo todo-poderoso, isto chama-se ilusão. Neste poluído conceito de vida, estamos ficando mais e mais enredados em suas complexidades. Portanto, embora estejamos ocupados numa árdua luta por conquistar a natureza, estamos cada vez mais dependentes dela. Esta luta ilusória contra a natureza material poderá imediatamente acabar ao revivermos nossa consciência de Krishna.

A consciência de Krishna não é um artifício imposto à mente; esta consciência é a energia original da entidade viva. Quando escutamos a vibração transcendental, esta consciência é revivida. E, para esta era, as autoridades recomendam este processo. Por experiência prática também, a pessoa pode perceber que, cantando esse maha-mantra, ou Grande Cântico da Libertação, ela pode de imediato sentir um êxtase transcendental proveniente da camada espiritual. E quando estiver realmente no plano de compreensão espiritual – superando as fases dos sentidos, mente e inteligência –,ela situa-se no plano transcendental. Este canto de Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare é diretamente decretado da plataforma espiritual, e assim, esta vibração sonora ultrapassa todas as camadas de consciência inferior – a saber sensual, mental e intelectual. Não há necessidade, portanto, de compreender a linguagem do mantra,tampouco há necessidade de especulação mental ou qualquer ajuste intelectual para cantar esse mantra. Ele surge automaticamente do plano espiritual, e nesse caso, sem nenhuma qualificação prévia, qualquer pessoa pode tomar parte no canto e dançar em êxtase.

Temos visto isso na prática. Até mesmo uma criança pode tomar parte no canto, ou mesmo um cão pode participar. É claro que para alguém que está muito enredado na vida material, leva um pouco mais de tempo para ele chegar ao ponto ideal, mas mesmo esse homem materialmente absorto eleva-se à plataforma espiritual mui rapidamente. Quando um devoto puro do Senhor canta o mantra, com amor, o mantra, exerce grande efeito sobre os ouvintes, e por isso, este canto deve ser ouvido dos lábios de um devoto puro do Senhor, para que se possam alcançar os efeitos imediatos. Tanto quanto possível, o canto dos lábios de não-devotos deve ser evitado, assim como o leite tocado pelos lábios de uma serpente tem efeitos venenosos.

A palavra Hara é a forma de dirigir-se à energia do Senhor e as palavras Krishna e Rama são formas de se dirigir ao próprio Supremo. Tanto Krishna quanto Rama significam “o prazer supremo eterno”. Hara é a suprema energia de prazer do Senhor, que modificada para Hare no vocativo, ajuda-nos a alcançar o Senhor.

A energia material, chamada de maya, também é uma das multifárias energias do Senhor. E nós, as entidades vivas, também somos uma energia – a energia marginal – do Senhor. As entidades vivas são descritas como superiores à energia material. Quando a energia superior está em contato com a energia inferior, uma situação incompatível surge, mas quando a energia marginal superior está em contato com a energia superior, chamada Hara, a entidade viva se estabelece em sua condição normal e feliz.

Essas três palavras, a saber, Hare, Krishna e Rama, são as sementes transcendentais do maha-mantra. O canto é uma maneira espiritual de dirigir-se ao Senhor Supremo e Sua energia interna, Hara, pedindo-Lhes que dêem proteção à alma condicionada. Este canto é exatamente como o choro genuíno de uma criança por sua mãe. A mãe Hara auxilia o devoto a alcançar a graça do supremo pai, Hari, ou Krishna, e o Senhor Se revela ao devoto que canta este mantra sinceramente.

Nenhum outro método de realização espiritual, portanto, é tão eficaz nesta era quanto o canto do maha-mantra:

Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare HareHare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare.

fonte:  http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061107144206AA6B0Od

Resumo dos capítulos do Srimad Bhagavad-Gita por SS BV Narayana Maharaj



Capítulo um – SAINYA DARŚANA
Observando os Exércitos.

O Bhagavad-Gītā é composto de dezoito capítulos, cada capítulo culmina na mensagem de bhakti. Arjuna atuou no campo de batalha como se estivesse imerso na lamentação. Então KRSNA Explicou que a atma-dharma da jiva não tem relação com o dharma do corpo, dinastia e casta. Contudo, aqueles que se identificam erroneamente com o corpo como se fosse o verdadeiro EU não podem compreender isto. Enquanto a jiva permanecer atada em maya, identificando erroneamente que o seu corpo é o seu real ser, ela é forçada a padecer as misérias da lamentação, desilusão, medo e assim por diante. Portanto, é indispensável que aceite o refúgio de um tattva-vit guru.


Capítulo dois – SANKHYA YOGA.
YOGA através da analise.

A jiva percebe sua ignorância quando aceita o refúgio de um sad-guru. Então ela tenta se libertar das armadilhas ilusórias de maya pelo abandono de seus pensamentos independentes e respeitando as instruções de Śri Gurudeva. O sad-guru está livre dos quatro defeitos – a ilusão, a propensão de cometer erros, os sentidos imperfeitos e a tendência ao engano – por que é uma tattva-darsi ekantika prema-bhakta. Quando o sadhaka escuta as instruções provenientes da boca de lótus de seu misericordioso Śri Gurudeva ele passa a entender a diferença entre atma e corpo material. Também compreende os efeitos perniciosos do desfrute sensual e desenvolve apego por escutar sobre os pensamentos, características e glorias dos sthita-prajna munis. Então, pela influencia de sadhu-sanga, desperta em seu coração a consciência e a necessidade de obter tattva-jnana.


Capitulo três – KARMA YOGA.
YOGA através da ação.

Quando a jiva escuta as instruções de Śri Krsna, ela compreende que karma-yoga consiste dos esforços executados sem desejos egoístas (niskama-bhava) no serviço à Śri Bhagavan. Quando uma pessoa aceita a vestimenta de sannyasi, mas seu coração ainda está repleto de desejos por gratificação dos sentidos, então não é um verdadeiro sannyasi, mas um hipócrita, e nunca poderá obter auspiciosidade. A jiva deve executar seu karma como um serviço à Bhagavan porque a realização de karma para o desfrute sensual não produz nenhum resultado favorável. A execução de karma, tal como os yajnas védicos, pode outorgar prazer mundano, mas esse prazer é temporal e está mesclado com infelicidade. Contudo, karma-yoga purifica o coração. Portanto é favorável abandonar todos os tipos de akarma, vikarma e sakama karma (karma oferecido, desejando resultados materiais) e adotar unicamente o niskama-karma yoga oferecido à Bhagavan.


Capítulo quatro – JNANA YOGA.
YOGA através do conhecimento transcendental.

O capítulo quatro começa com instruções acerca de jnana yoga. Primeiro explica que uma pessoa só pode obter tattva-jnana genuíno através da misericórdia de Śri Gurudeva, que é um tattva-darsi. Esta misericórdia se manifesta através do processo de escutar de uma fidedigna sucessão discipular (srauta parampara) não se pode obter Bhagavat-tattva-jnana mediante o aprendizado mundano, a inteligência e o conhecimento. Também é explicado neste capítulo que em cada yuga aparece um avatara de Bhagavan. O nascimento e as atividades de Bhagavan são divinos (aprakrta), é loucura e ofensivo considerá-los mundanos (prakrta). Uma pessoa obtém tattva-jnana na associação de um tattva-darsi Guru, escutando gradualmente dele acerca das características únicas de jnana e sua superioridade em relação a karma-yoga. Ela poderá facilmente cruzar o oceano de nascimento e morte ao refugiar-se no verdadeiro tattva-jnana. o sadhaka não pode progredir se duvida disto. Se nele falta tattva-jnana, ele cairá e desviará do caminho e tornará a se enredar no ciclo do karma.


Capítulo cinco – KARMA-SANNYASA YOGA
YOGA através da renuncia da ação.

Quando o sadhaka alcança tattva-jnana, ele torna-se qualificado para karma-sannyasa yoga. Nesse momento compreende que a verdadeira sannyasa significa abandonar o apego pela ação e seus frutos. Para alguém cujo coração ainda está impuro, é benéfico e apropriado adotar karma yoga sem apegar-se ao processo e seus frutos, em vez de renunciar ao karma completamente. Niskama karma yoga oferecido a Bhagavan concede a qualificação (adhikara) para obter a natureza de brahma ou brahmapada; e aqueles que conhecem brahma alcança santi (paz).


Capítulo seis - DHYANA YOGA.
YOGA através da meditação.

Das instruções do tattva-vid Guru o sadhaka compreende que só pode meditar em Bhagavan quando o coração está purificado. Um yogi ou sannyasi genuíno está livre de todo o tipo de desejos materiais, porque ninguém pode alcançar a perfeição na yoga enquanto possuir desejos por desfrute material. A pessoa que deseja alcançar a perfeição na yoga deve se regular na alimentação e diversão. Esta perfeição significa: 1) enxergar Bhagavan como Antaryami no coração de todas as entidades vivas, e 2) compreender que todas as jivas existem somente devido os sustento e refugio de Bhagavan. Este capítulo também declara que um bhakta é superior a um karmi, a um jnani ou a um yogi.


Capítulo sete – VIJNANA YOGA.
YOGA através da realização do conhecimento transcendental

O estudo constante destas instruções conduz a firme compreensão que somente Bhagavan Śri Krsna é o limite último do Para-Tattva, a suprema realidade absoluta e que não há outro Parama-Tattva além Dele. E que somente pela rendição exclusiva a Seus pés de lótus pode alguém se torna livre do cativeiro de maya. Existem quatro tipos de pessoas que não tem qualificação para ocupar-se em Bhagavad-bhajana por executar atividades ímpias: os tolos, o mais baixo da espécie humana, aqueles cuja natureza é asurica (demoníaca) e aqueles cuja sabedoria está encoberta por maya. Em contra posição, há quatro classes de pessoas dotadas com sukrti e que, portanto podem ocupar-se em Bhagavad–bhajana: os aflitos, os que buscam riquezas, os inquisitivos e os jnanis. Os bhaktas de Bhagavan são muito raros neste mundo. Não se pode obter beneficio eterno mediante a adoração de vários devas e devis.


Capítulo oito - TAKARA BRAHMA YOGA
YOGA com PARAM BRAHMA

Somente os ekantikas bhaktas de Śri Krsna podem conhecer os tattva, tais como brahma-tattva, karma-tattva, adhibhuta-tattva, etc.Os ekantikas bhaktas podem facilmente alcançar Krsna (Gita 8.14). Os bhaktas de Śri Bhagavan não tornarão mais a nascer (Gita 8.16). Somente por ananya bhakti pode-se alcançar Bhagavan (Gita 8.22).


Capítulo nove – RAJA GUHYA YOGA
YOGA através do conhecimento mais confidencial.

Raja vidya ou raja guhya refere-se unicamente a suddha-bhakti. a prakrit (natureza material) não é a causa original da criação cósmica, pois é somente pela inspiração de Bhagavan que ela (prakrit) obtém a potência para criar. É loucura e ofensivo pensar que Bhagavan Śri Krsna é um ser humano ou que seu corpo sac-cid-ananda é feito dos cinco elementos materiais como o corpo de uma alma condicionada ordinária (baddha-jiva). os genuínos mahatmas se dedicam no bhajana de Śri Krsna com humor devocional exclusivo (ananya bhakti) e Śri Krsna atende suas necessidades pessoalmente (yoga ksema) a dedicação ao bhajana dos diversos devadatas é contraria as regras prescritas, pois Krsna é o único desfrutador e senhor de todos os yajnas. Śri Bhagavan aceita tudo que seus suddha-bhaktas lhe oferecem com amor. No último sloka deste capítulo (man mana bhava mad-bhaktah), conclui que bhakti é o único meio de se alcançar Śri Bhagavan.


Capítulo dez – VIBHUTI YOGA.
YOGA através da apreciação das opulências de ŚRI BHAGAVAN.

Pelo o estudo sincero e constante deste capítulo, uma pessoa poderá compreender que Krsna é a fonte de toda a vibhuti (opulência) e saktis (energia), e que o universo material inteiro com todas as suas opulências é somente uma quarta parte de sua majestade. E quando ela obtém conhecimento sobre vibhuti, ela facilmente compreende que tudo é direta ou indiretamente relacionado com Bhagavan. Bhagavan concede buddhi-yoga a seus bhaktas para que eles possam obter tattva-jnana. Dessa forma sua ignorância é destruída e elas ocupam-se em bhajana com amor (priti).


Capítulo onze – VISVARUPA DARSANA YOGA.
YOGA através da contemplação da forma universal do Senhor.

Este capítulo revela que a visvarupa de Bhagavan é ilusória. Sua visvarupa (forma) é aprakrta nara-vapu, ou seja, transcendental e similar à forma humana. Somente os bhaktas cujos olhos foram untados com prema podem ter darsana de sua forma rasika sekara. Somente por ananya bhakti – yoga se alcança Bhagavan.


Capítulo doze – BHAKTI YOGA.
YOGA através do serviço devocional puro.

Esse capítulo explica que Svayam Bhagavan Śri Krsna é a Realidade Suprema e o Mais Elevado Objeto de exclusiva adoração da jiva. Os bhaktas dotados com ekantika bhakti são muito queridos por Ele e podem alcançar facilmente Bhagavan através de suddha bhakti, mas os nirvisesa brahmavadis só recebem misérias.


Capítulo treze – PRAKTI-PURUSA-VIBHAGA YOGA
YOGA através da compreensão da diferença entre natureza material e o desfrutador.

Este capítulo oferece uma profunda compreensão da natureza material e da entidade viva consciente (purusa). Através desta discussão Bhagavan concede tattva-jnana à seus bhaktas rendidos e os liberta do oceano que é o mundo material. Quando suddha-bhakti surge no coração, o resultado secundário é o aparecimento natural de jnana e vairagya. Portanto, com o propósito de reforçar e a firmar a compreensão de bhakti-tattva é necessário discutir acerca de jnana e vijnana. Quando o bhakta alcança tattva-jnana, ele se torna qualificado para obter prema-bhakti.


Capítulo quatorze – GUNA-TRAYA-VIBHAGA YOGA.
YOGA da compreensão dos três modos da natureza material.

Um estudo analítico deste capítulo conduz a compreensão que este mundo material se desenvolve simplesmente pela ação e interação das três gunas materiais: sattva, rajas e tamas. Os sadhakas que praticam bhakti yoga podem facilmente cruzar sobre estas três gunas e finalmente se torna qualificado para alcançar Bhagavan.


Capítulo quinze – PURUSOTTAMA YOGA.
YOGA através da compreensão da Pessoa Suprema.

Este mundo material se estende desde os sistemas planetários inferiores até os superiores e as jivas são partes separadas ou amsas de Śri Bhagavan. Quem se opõe a Bhagavan são atados por seu karma e vagam em diversas espécies de vida, inferiores e superiores. Contudo, uma pessoa deve, devido a boa fortuna, alcançar a misericórdia de um sad-Guru e comprometer- se, com todo o respeito, no bhajana de Śri Krsna, sabendo que só Ele é Purusottama. A absorção dos bhaktas na execução de Seu bhajana os faz conscientes de tudo e então eles podem facilmente cruzar alem do oceano deste mundo material.


Capítulo dezesseis – DAIVASURA SAMPADA YOGA.
YOGA do discernimento das qualidades divinas e demoníacas.

Este capítulo explica as naturezas daivicas e asuúicas. A jiva confundida pela maya de Bhagavan é controlada pela qualidade divina ou pela qualidade demoníaca. Quando ela toma refugio da natureza daivica fica inclinada a Bhagavat-tattva-bhajana. Contudo, aqueles que adotam a natureza asúrica se opõem a Bhagavan e com o resultado vão para o inferno. Aqueles que possuem a natureza asúrica pregam a filosofia mayavada. Portanto, é necessário libertar-se desta tendência asúrica. Isto pode ser alcançado executando Bhagavat-tattva-bhajana com fé e em associação com suddha-bhaktas.


Capítulo dezessete – SRADDHA-TRAYA-VIBHAGA YOGA.
YOGA através do discernimento dos três tipos de fé.

Este capítulo explica os três tipos de sraddha (fé). Uma pessoa desenvolve sraddha naquilo que é sattva, rajas ou tamas de acordo com sua associação e a natureza com que adquiriu com suas samskaras (impressões) anteriores. A nirguna sraddha aparece no coração da jiva quando está em associação com suddha-bhaktas de Hari. Ela pode então realizar bhajana de Śri Hari que é nirguna. Estes bhaktas são verdadeiros sadhus.


Capítulo dezoito – MOKSA YOGA.
YOGA da liberação.

Este capítulo explica a essência de todo o Gita. Primeiro Śri Krsna é identificado como mais elevado Bhagavat-tattva, então a instrução mais confidencial é dada. Aqui explica- se que uma pessoa pode alcançar rasamayi seva à Krsna na sua suprema dhama(morada) através da seguinte seqüência:
i)Rendendo-se a ele,
ii)Praticando os nove ramos de bhakti (navadha bhakti), e
iii)Aceitando refugio em bhava-bhakti.

Jaya Srila Gurudeva .

http://srisrimadbhagavadgita.blogspot.com.br/2009/06/resumo-dos-capitulos-do-srimad-bhagavad.html

Krishn]]]

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